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Saiba mais sobre a esclerose múltipla, doença de Claudia Rodrigues

Condição atinge milhões de pessoas no mundo

Os sintomas da Esclerose Múltipla ainda são pouco conhecidos, apesar de a doença já afetar 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo 30 mil só no Brasil, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). De difícil identificação, os sinais, muitas vezes, prejudicam o diagnóstico precoce, retardando o início do tratamento.

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”A Esclerose Múltipla é uma doença inflamatória autoimune desmielinizante, ou seja, causa danos à mielina (bainha que reveste os neurônios), e ainda não possui causa específica conhecida. Entre os sinais mais frequentes estão a perda dos movimentos e da sensibilidade, comprometimento do equilíbrio, da memória e da cognição, distúrbio de linguagem, fraqueza e cansaço crônico, disfunção sexual, visão dupla, dificuldade visual, problemas urinários, surtos e convulsões – em alguns casos, pois estão relacionados às áreas comprometidas. Quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor a qualidade de vida do paciente após o início do tratamento”, esclarece o clínico dr. Marcelo Caldeira, do Centro de Infusões e Terapias, Grupo Oncoclínicas.

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A Esclerose Múltipla atinge, principalmente, as mulheres em seu momento mais produtivo, entre 20 e 40 anos. Não é uma doença hereditária nem letal, caso o paciente esteja sendo tratado com medicamentos adequadamente, disponíveis, inclusive, pelo SUS.

“O tratamento da Esclerose Múltipla é vitalício e eficazmente realizado com base em diversos medicamentos, que podem ser simples ou até de alta tecnologia, podendo ser aliados a terapias complementares, como ioga, acupuntura, terapia ocupacional, hidroterapia, além de sessões de psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia e reabilitação profissional. Esse conjunto de medidas eleva significativamente a qualidade de vida do paciente, favorecendo, ainda, aspectos sociais, emocionais e psicológicos”, salienta dr. Caldeira.

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